Estávamos num shopping. Passeando. Amigos. Falávamos banalidades de amigos, alternávamos os grupos, sempre que andamos com várias pessoas, ficmaos alternando as ocnversas e etc. Eu me separei de todos num dado momento sei lá o porquê. Eu estava na entrada de um lugar que não sei direito o que era, tinham catracas e um balcão com duas moças e eu comprei um salgado. Depois eu acho você e os culpo. Vocês tinham me largado. Aí vamos ao cinema, eu ainda magoado. O cinema é enorme. As caderias formam um "escadaria" imensa. A Carla senta-se com o Felipe lááá em cima. Eu falo com ela. Aí vou me sentar com vocês. Passo pela Nair, por você, que está ao lado dela, pela Beatriz e pelo Mário. Você se levanta e vai se sentar pulando uma cadeira ao lado do Mário. Sento-me entre vocês. Você e Nair tinham quase se beijado e você mudou de lugar, tímido, contrariado. O filme começa. Eu deitei minha cabeça no ombro do Mário e ao mesmo tempo coloquei minha mão sobre a sua, pensei que você ia tirar a mão imediatamente, mas você não tirou. Nos olhamos. Apenas eu tenho medo. Nos abaixamos e trocamos carícias, escondidos (era um sonho, então era possível se esconder apenas se abaixando) eu, do Mário e você, da Nair. Aí eu te beijo, novamente achando que você fugiria, mas você acaba me dominando. Levantamo-nos. Temerosos. Olhamos para a Nair e para o Mário. Eu tenho mais medo. Nos olhamos e dizemos (no sonho, dizemos por telepatia) para tomarmos cuidado. Deito no Mário novamente, e nos damos as mãos (eu e você). O Filme acaba. A Carla e namorado descem. Nos olhamos outra vez. Ficmaos bem distantes no fim do passeio. Eu vou embora com o Mário. Na caminhonete dele. O caminho é bonito e triste. É um lugar sem casas, sem ninguém. Uma estrada fina, com curvas, num lugar silencioso, só mato, beeem verde, em volta. Eu sinto que o caminho é perigoso. Sei que estou indo para a cidade dele com ele, mas alguém tem algum problema com ele. E observo que ele está preocupado, distante. A caminhonete tem uma cor forte. Laranja? Vermelho? Não sei dizer. Era forte. O sonho acaba com esse ar de incerteza. O que ele fizera? O que eu fizera...
Acordei com o gosto de sua boca dentro da minha e com uma angústia sem fim. Acho que é por isso que escrevo-lhe isso. Confesso que abrandei alguns detalhes, esse sonho todo como lhe conto já é constrangedor o suficiente. Não me julgue louco ou coisa parecida. Aliás, não me julgue. Sonhos simplesmente são sem explicação ou, às vezes...